Os livros da EDITORIAL 100
Título: A Disciplina de Saúde Mental no Delinear de Competências Profissionais - Autora: Maria Olga de Castro e Silva
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Parte I do
Audiovisual sobre Maria Olga
de Castro e Silva
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Parte II do
Audiovisual sobre Maria Olga de Castro e Silva
Maria Olga de Castro e Silva
Professora do Ensino Superior Politécnico, em exercício de funções docentes na Escola Superior de Enfermagem do Porto: Categoria Profissional de Professora Coordenadora.
Do seu currículo profissional destacamos: Membro da Comissão Coordenadora do Conselho Cientifico; Membro do Conselho Cientifico; Presidiu o Conselho Pedagógico;
Coordenou o 6º Curso de Licenciatura. Integra o Grupo de Relações internacionais/Erasmus Sócrates em missões de ensino em países da comunidade europeia no
âmbito do programa Sócrates/Erasmus. Presidiu o Júri de Concursos de Acesso ao Ensino Superior para Maiores de 23 anos.
Coordenou o Departamento de Saúde Mental e Comunitária e Área Cientifica de Saúde Mental; Integra a Grupo da unidade de Investigação.
Coordena e Lecciona a disciplina de Saúde Mental I e Metodologias de Intervenção I e II, Estágio de Saúde Mental I em contexto clínico e Estágio de Comportamentos Aditivos ao Curso de Pós
Licenciatura de Saúde Mental e Psiquiatria.
Coordenou e Leccionou as Disciplinas de Saúde Mental I e II, Enfermagem Psiquiatria; Metodologias de Investigação II, Pedagogia e Comunicação/Relação aos Cursos de Licenciatura em Enfermagem.
Foi docente na Escola Superior de Jornalismo, responsável pela leccionação da Disciplina de Psicologia Social e Metodologias de
Investigação, orientou, presidiu e arguiu várias monografias. Leccionou contributos teóricos de Metodologias Cientifica ao II Curso de Mestrado em Administração e Planificação da Educação
na Universidade Portucalense – Porto. Leccionou contributos teóricos de Metodologia Cientifica aos cursos de Licenciatura do Instituto Superior de Ciências Empresariais e
de Turismo (ISCET) e Instituto de Entre Douro e Vouga (ISVOUGA). Colabora com a Universidade Católica Portuguesa na orientação de Dissertações de Mestrado em Ciências de Enfermagem.
Publicou Alguns contributos de avaliação do ensino superior .
Maria Olga de Castro e Silva - A Disciplina de Saúde Mental no Delinear de Competências Profissionais - ISBN: 978-972-8843-71-7 - Editorial 100, Vila Nova de Gaia, 2008. 160 p. Preço com IVA: 12,60 €
Prefácio
A ideia central neste estudo realça a importância da avaliação do ensino na formação do saber e das competências que daí resultam enquanto contributo do perfil profissional.
Ao investigarmos e reflectirmos sobre a importância do conhecimento no delinear do perfil de competências designadamente do papel que deve nortear a prática de saúde mental impõe-se, desde logo, uma nova postura no enquadramento e entendimento social das doenças mentais na construção de um leque de competências profissionais.
Por outro lado, a avaliação tem merecido nas últimas décadas a maior reflexão e atenção, sobretudo na relação entre ensino e a aprendizagem: avaliar o que se ensina e o que se aprende na sua interferência recíproca é antes de mais indicador de competência.
Por via disso, a avaliação é sem duvida uma importante ferramenta na garantia da qualidade do ensino ministrado.
A essa luz, pensamos na importância de uma reestruturação de conceitos e práticas. É necessário uma atitude equilibrada e inovadora de ensino capaz de fomentar nos alunos o saber, o saber ser e saber fazer consciente e profissionalmente competente.
Neste contexto, este livro pretende ser um pequeno contributo para essa reflexão que deverá perceber a qualidade do ensino na certeza de que, efectivamente, terá de ser à medida da evolução cientifica e social nos contextos relativos à saúde mental/ competências profissionais.
Não se pode então negar o contributo da disciplina de saúde mental enquanto veículo da transmissão do saber teórico, técnico e prático, e da avaliação enquanto modelador do ensino inserida nos contextos da qualidade onde se desenham as competências da prática clínica.
A presença da relação humana nas angústias e perplexidades que envolve a passagem à profissão por via dos processos de ensino/aprendizagem, sempre se manifestou como um percurso de relações interpessoais cujo objectivo é o crescimento individual e profissional no seu sentido mais lato.
É no jogo destas dimensões interpessoais que se constrói o saber, na multiplicidade das suas facetas, onde se inclui naturalmente o saber teórico, o saber técnico e o saber prático e por via destes, se inclui naturalmente o saber, o saber ser e o saber fazer tão necessário na construção do perfil de competências profissionais.
Não queremos com isto afirmar que a formação do perfil de competências se esgota neste compromisso entre a qualidade do ensino e a avaliação da disciplina, mas tão somente salientar que a presença discreta e actuante da avaliação operada nos contextos oportunos potência o desenvolvimento actualizado do perfil profissional que designamos neste livro por competências de saúde mental. No interior deste pequeno livro, encontram-se conceitos e reflexões úteis a profissionais promissores de uma reflexão dialogante e supostamente construtiva, que converge no contributo da formação do perfil profissional de saúde mental. Resta-nos a esperança que esta reflexão apresentada de uma forma simples que julgamos acessível sem com isso perder de vista a perspectiva da qualidade, contribua para a optimização da relação dos processos de ensino, onde os contributos da avaliação trarão com certeza uma garantia no sucesso da escola e, na consequência desse entrelaçar de eixos, a melhor formação do perfil de competências de saúde mental.
Joana de Castro Pereira e Rocha
Resumo
O presente estudo, é o resultado de uma investigação realizada com o objectivo de efectuar a candidatura no Concurso de Professores Coordenadores do Ensino
Superior Politécnico, do lugar de quadro dos professores da Escola Superior de Enfermagem D. Ana Guedes, Porto, actualmente, Escola Superior de Enfermagem do Porto.
Inscreve-se numa linha de pesquisa baseada na análise e avaliação concreta da disciplina de enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, desenvolvida na Escola
Superior de Enfermagem D. Ana Guedes e visa, caracterizar o seu momento pedagógico actual, assim como, avaliar o perfil de competências profissionais que daí resultam. O
seu conceito será individualmente abordado em lugar próprio, nas suas várias implicações.
Para o efeito o trabalho foi organizado da seguinte forma:
Na primeira e terceira parte foram abordados os conceitos, pluralidade e modalidades de avaliação, assim como conceitos, pluralidade e Categorias de
competências profissionais respectivamente. Aqui, encontra-se a teorização referente ao nosso objecto de estudo que é como já referimos «dos contributos para avaliar a
disciplina de enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria ao perfil de competências profissionais».
Na Segunda parte, é feita uma abordagem ao ensino de enfermagem, ao longo do seu tempo histórico, alusão a alguns quadros conceptuais de enfermagem e
modelos de algumas teorias e ao modelo utilizado pela escola na prática dos cuidados.
A Quarta parte do estudo «estudo empírico» através da aplicação dos questionários, cujo resultado se encontra expresso na última parte do estudo, damos
conta dos percursos pedagógicos do ensino e da avaliação da disciplina, os quais evidenciam algumas divergências de opinião dos inquiridos no que toca à vertente
teórica, teórico-prática e pratica e ainda análise e avaliação sobre o quadro de competências profissionais.
Das opiniões daí resultantes podemos constatar que há necessidade de modificar algumas práticas pedagógicas, metodologias de intervenção e avaliação.
Acerca das competências verificamos a garantia de um perfil profissional, onde as competências transferidas através da disciplina conferem, à partida qualidade na prática dos cuidados em termos científicos, técnicos, sociais, relacionais e humanos.
Gostaríamos, no entanto, que expressar que os dados aqui enunciados, poderão, naturalmente, contribuir para uma reflexão e mudança das práticas.
Entrevista a Olga Castro e Silva a propósito da publicação do seu livro A Disciplina de Saúde Mental no Delinear de Competências Profissionais pela Editorial 100
Que representa este livro para si?
Traduz o resultado de uma pesquisa em torno das práticas pedagógicas e seus reflexos na aquisição de competências nos alunos. Como a disciplina de saúde mental é coordenada e leccionada por mim revela antes de mais o perfil da minha responsabilidade profissional e as minhas competências como professora.
Qual o seu objectivo?
Foi desenvolvido no âmbito de um concurso de provas públicas para a categoria de Professor Coordenador do Ensino Superior e pretende objectivar de que forma os alunos interiorizam os diferentes saberes de saúde mental e os aplicam na prática.
O estudo teve impacto na sua carreira profissional como professora?
Contribui para a consciencialização das minhas competências científicas, técnicas, morais, interpessoais, relacionais entre outras como professora, na transmissão de saberes teóricos, teórico práticos e práticos conferidos aos alunos, cujos saberes são visíveis nos resultados deste estudo.
O estudo parece estar um pouco desfasado no tempo. Porquê só agora a sua publicação?
Estamos numa época em que a avaliação profissional constitui um vértice na clarificação e classificação do ensino. O trabalho embora nos parece desajustado no tempo, sofreu actualização nos conceitos teóricos e não nos contextos práticos pelo facto da escola se ter difundido e a disciplina não constituir elenco curricular.
Porque entende importante a publicação do trabalho nesta altura?
O estudo consta dos documentos da biblioteca da escola, é um trabalho muito procurado pelos alunos. O trabalho em questão dado os seus contextos teóricos e teórico práticos mantém-se actualizado. Por outro lado estamos empenhados em construir um perfil profissional que se ajuste aos modelos de assistência actuais de saúde mental e esta publicação poderá constituir um elemento de consulta para todos os interessados e envolvidos na formação de competências especializadas de saúde mental.
Entre ser Enfermeira e Professora.
Não tenho experiência prática de prestação de cuidados de saúde mental pois nunca exerci a prática de cuidados especializados. Ser enfermeira é aplicar na prática da assistência todo o conhecimento adquirido na formação inicial e pós inicial. Para mim é muito mais aliciante colaborar na formação de profissionais especializados de saúde mental. Ser professora é possuir saberes e competências pedagógicas, científicas e humanas e saber transmiti-los com eficácia e eficiência pedagógica. Deve ser alguém capaz de ver o aluno como um ser humano com características comuns a todo o ser humano mas ver o aluno como um ser único, indivisível e irrepetível e na sua relação educativa vê-lo antes de mais como planta em crescimento e não como barro a moldar.
O que é a Saúde Mental? Para ter uma boa saúde mental é preciso ultrapassar a moral?
Ter saúde mental não é o mesmo que ter moral. Saúde mental abarca um leque de realidades relativas ao contexto biológico, social, cultural, normativo etc. A moral identifica valores, cultura, ética, religião etc. A moral não impede ninguém de ter uma boa saúde mental. A saúde mental muitas vezes está nas nossas condutas, nas formas como vemos a própria vida embora muitas doenças mentais tenham uma carga genética em muitos casos adoecemos mentalmente por causas sociais, valores morais, ética e normas culturais, regras de conduta etc.
Delito, lei e saúde mental
Delito: O delito pressupõe que haja violência, grave ameaça ou redução, por qualquer outro meio, da capacidade de resistência da vítima, obrigando-a, constrangida que foi, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda. É a violência moral, a intimidação, a manifestação por palavras, escritos, gestos e meios simbólicos com o propósito de causar a alguém, directa ou indirectamente, no momento actual ou no futuro, um mal relevante.
Lei: A lei é toda regra jurídica, escrita ou não, relativa a valores, costumes, normas culturais e princípios normativos reguladores das práticas de vida em sociedade, formalmente produzidas pelo estado dentro de um determinado regime político.
Saúde mental: é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir o equilíbrio. É entendida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas ausência de uma doença ou enfermidade ( OMS).
A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição "oficial" de saúde mental. A saúde mental está muitas vezes relacionada com as diferenças culturais, os julgamentos subjectivos, teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a "saúde mental" é definida. A saúde mental está intimamente ligada com os princípios de normalidade que caracterizam cada sociedade. Ter saúde mental implica a qualidade genética, os processos de socialização, a afectividade, o tipo de vivências e experiências entre outros aspectos.
Porque o seu interesse nesta área do ensino?
Apesar de não ter experiência prática de saúde mental tenho consciência que a assistência e a formação de saúde mental e psiquiatria sempre suscitaram debates de natureza social, ideológica, económica e cultural.
Em Portugal, a psiquiatria tem sido marcada por progressos ideológicos e políticos que nos permitem compreender melhor os seus avanços e seus retrocessos visíveis em todo o percurso da história humana, mormente nas últimas décadas.
A assistência aos doentes mentais é hoje indissociável das trajectórias e percursos de formação dos profissionais de saúde, embora seja igualmente condicionada por processos de natureza social e pelas políticas de saúde. Modelos.
A formação especializada de saúde mental actualmente ministrada em instituições de ensino superior garante pela formação de títulos académicos, um leque de saberes e competências que lhes são próprias.
Por outro lado, o processo de assistir as doenças mentais na sua essência é multidimensional, já que se pretende que a intervenção explane e aglutine as diversas competências intrínsecas e extrínsecas aos sujeitos, de forma a possibilitar um desempenho/funcionalidade nos diversos domínios de vida (actividades da vida diária, actividade laboral/educacional e actividades de lazer/recreação) o mais próximo possível da norma instituída, com vista à inserção habitacional, laboral, educacional e social do indivíduo. É neste contexto que enquanto professora me empenho profissionalmente. Habilitar novos profissionais para assistir holisticamente as questões de saúde mental e os doentes mentais.
Qual é o melhor estímulo para um aluno dentro da sua área pedagógica?
Ser competente enquanto professora ou seja imprimir no aluno o sentido da responsabilidade e da partilhada conseguida pelo saber, saber ser, saber fazer e saber aprender a aprender, reside a relação humana, no vinculo afectivo que se estabelece, na abertura e receptividade, na disponibilidade, no saber cientifico, técnico e prático que se estabelece através dos processos de comunicação, na qualidade da relação pedagógica com os alunos e nas experiências partilhadas por via do ensino clínico prático.
Uma boa saúde mental está relacionada com a felicidade?
É muito relativo o conceito de felicidade ou de saúde mental antes de mais ser feliz depende das perspectivas de vida, das motivações, das formas de aceitação de si e dos outros, da resposta à satisfação das necessidades humanas básicas, do conceito de valores, normas culturais, processos afectivos e relacionais, do enquadramento no seio familiar, do tipo de vivências e experiências partilhadas, dos amigos e vínculos afectivos, no reconhecimento conferido, da saúde física e mental, do tipo reconhecimento e aceitação entre outros factores sociais e relacionais. A felicidade e ser feliz é sempre subjectiva depende da forma como cada um se insere no seu meio e da forma como cada um vê o mundo onde se circunscreve.
Ser um bom profissional é o resultado ter tido bons professores?
Nem sempre ser bom profissional está directamente relacionado com o facto de ter tido bons professores. Embora dependa também disso é antes de mais da pessoa em si mesma das suas heranças genéticas, afectivas, culturais, valorativas onde cada um se insere. Depende também do empenhamento e motivações que o levaram à escolha do curso, das oportunidades facultadas, dos recursos, das condições de vida sem com isso negar a importância inquestionável de professores competentes no seu sentido lato.
Que significa ser um bom professor?
O professor do ensino superior como qualquer outro, deve entender o processo educativo como um meio de transmitir saberes, comportamentos e competências. Deverá, na sua prática ter presente as diferenças sócio-culturais e valores, assim como a singularidade e complexidade que identificam as diferentes personalidades que daí resultam. Ser professor é ser pessoa. Na sua relação profissional deve saber educar um ser humano, o que implica, antes de mais, vê-lo como alguém com sentimento, personalidade e capacidade de auto desenvolvimento, não o confundindo com qualquer outro. Independentemente da sua função e da função que cada um desempenha em sociedade, cada indivíduo é único, indivisível irrepetível pelo que a acção educativa deve ser um veículo com características próprias, que se devem adaptar a cada ser humano. A pessoa é a única realidade que desconhecemos. Logo o professor deve ser consciente, crítico e actualizado, receptivo, aberto a novos saberes pois também ele está envolvido num processo de aprendizagem quando estabelece uma relação pedagógica exercitando as suas competências.
A relação educativa não é unilateral: implica um processo de aprendizagem e uma permanente mudança pessoal, onde o professor pelas suas competências (cientificas, técnicas, práticas, culturais, sociais…), tem funções humanizadoras, conduzindo e preparando do desenvolvimento da personalidade individual e colectiva.
E um bom aluno?
Pelo seu comportamento e atitudes adquiridas ao longo da formação escolar e processo de socialização, o aluno do ensino superior deve estar apto e consciente da sua capacidade por forma a que, seja capaz de: adquirir autonomia e consciencialização das suas capacidades, dos seus interesses e valores faca à realidade local e nacional, ser criativo e contribuir para a mudança e progresso. Respeitar a autonomia dos que o envolvem e empenhar-se na construção de um destino saudável e comum. Estabelecer relações fraternais e humanas satisfatórias e eficientes a todos os níveis: Reger-se pelos princípios de universalizastes de justiça, igualdade, liberdade e verdade: Possuir postura activa e critica construtiva, pondo em prática objectivos pessoais comuns à sociedade, pela iniciativa, criatividade, persistência e nacionalidade. Estar atento e preocupada na saber cientifico, técnico e prático actualizado, ser flexível e adaptar-se às inovações assim como envolver-se com cordialidade e respeito com todos quantos o rodeiam na defesa da sociedade onde se insere.
Índice Geral
Agradecimentos 5
Prefácio 7
Resumo 9
Summary 10
Índice Geral 11
Índice de Quadros 13
Índice de Gráficos 14
Introdução
Considerações prévias 15
Motivações e Objectivos do Estudo 16
Algumas Limitações ao Estudo 17
PARTE I O Processo de Avaliação: uma abordagem teórica
1 - Pluralidade e Evolução dos Conceitos de Avaliação 21
2 - Diversidade das Modalidades de Avaliação 27
3 - Domínios da Avaliação 33
PARTE II O Ensino de Enfermagem em Portugal: breve reflexão
1 - Origem e Evolução do Ensino de Enfermagem 41
2 - Pluralidade e Evolução dos Conceitos de Enfermagem 49
3 - Modelos e Teorias de Enfermagem: Algumas Reflexões 53
4 - O Modelo de Roper, Logan e Tierney 66
PARTE III Competências Profissionais: breve reflexão
1 - Competências Profissionais e Contextualização Social 77
2 - Tipos e Categorias de Competências 79
3 - Em Busca do Perfil Profissional de Saúde Mental 85
4 - Funções e Competências Profissionais de Enfermagem de Saúde Mental 88
5 - O Curso de Licenciatura em Enfermagem 91
PARTE IV A Disciplina de Saúde Mental no Delinear de Competências Profissionais: Resultados do estudo
1 - Caracterização da Instituição onde se aplicou o estudo 97
2 - População em Análise 105
3 - Metodologia de Implementação 105
4 - Hipóteses do Estudo 107
5 - Elaboração e Aplicação do Instrumento de Colheita de Dados 107
6 - Tratamento dos Dados e Análise dos Resultados 108
7 - Avaliação e Discussão 139
8 - Conclusão 142
Bibliografia: Fontes
145