Compacto e Tacto
Nº 1 – 20 Fevereiro 2006

Email: compactoetacto@netcabo.pt     Director: Diego Martínez Lora

telem. 936628540 
Site:  http://www.editorial100.pt/compactoetacto.htm



 

Olá,  como estão? Nós, mais ou menos, mas com toda a vontade de estar melhor. A energia que nos sobra não se pode desperdiçar por isso aqui estamos a comunicar e a tentar facilitar a vida dos nossos amigos. Se gostam de Compacto e Tacto ou se de algum modo este lhes chegue a ser útil, não sejam ingratos. Um modo de mostrar que gostam de nós é comprando livros da Editorial 100 ( http://www.geocities.com/editorial100  ), o que podem fazer de 2 maneiras:

1) entrando em contacto directamente connosco através do nosso email: editorial100@netcabo.pt  ou ligando ao 936628540. ou

2 )comprando os livros da Editorial 100 nas livrarias: FNAC, Leitura, Lello, Lu, Estudo, Poetria, Porto Editora, Primeira Edição (todas no Grande Porto). A Editorial 100 é um projecto cultural cuia finalidade principal é lançar novos autores ou autores ainda desconhecidos. Por isso, deste modo, estariam a apoiar uma boa iniciativa. Enfim, agora deixemo-nos de apresentações e mergulhemos de uma vez no que queremos comunicar já.

 

Partamos que, neste caso, a criatividade tem que actuar para nos ajudar a sentirmo-nos bem, para resolver situações problemáticas, eliminar tensões, e sobretudo para melhorar a nossa qualidade de vida. Não permitamos que a ignorância nos meta em armadilhas, aumentemos o nosso código de alternativas para poder respirar um melhor ar e ter um espaço maior de acção. Nas coisas mais simples pode estar a alegria da nossa vida.



Comida grega no Porto

Compacto e Tacto esteve no Restaurante de Comida Grega, Hellenikon, sito na rua S. Dinis, 205 – Travessa da Bica Velha, 3 no Porto. Tínhamos muitas expectativas porque quando vivíamos em Viena, Áustria, costumávamos visitar com frequência restaurantes que ofereciam pratos de outras nacionalidades e culturas: turcos, japoneses, coreanos, italianos, egípcios, iranianos, etc. Era uma forma de viajar sem ter que sair da cidade. O Porto que felizmente se está abrir a outros gostos conta com a Casa de Pasto Grega,  Hellenikon. Este restaurante é pequeno, mas é bom. Claro, tudo depende da nossa boa disposição e a nossa abertura para outros sabores. Fomos com vontade de comer e bem (que não significa muito) e não saímos decepcionados. A gente que nos atendeu foi muito simpática e cordial. Para variar pedimos: Uma salada grega aldeã (tomate, pepino, pimento verde, cebola, alcaparra, queijo Feta (ovelha), orégão e azeitonas), umas croquetes vegetarianas, uma dose de tzatziki (molho de iogurte com alho) e muito pão grego (Piitas), uma moussaka (tipo empadão de batata, com carne estufada e beringela frita, bechamel e queijo gratinado). Como sobremesa umas baklavas (folhado, mel, baunilha e amêndoas)  Bebemos cerveja grega Mythos e por conta da casa também um par de copos de ouzo (tipo licor de anis). Gostamos muito. O único problema que tivemos foi que na cadeira da mesa vizinha sentou-se uma rapariga com uma abundante cabeleira que invadiu a nossa mesa incomodando-nos muitas vezes. Também um inconveniente foi que ao sair do restaurante reparamos que toda a nossa roupa e até os ossos cheiravam intensamente a comida grega. Tivemos que meter toda a roupa na máquina de lavar e tomar banho de imediato para poder dormir bem. Mas, este detalhe não nos impedirá de visitar mais vezes o Hellenikon. Talvez para a próxima comamos vestidos apenas como os antigos gregos nudistas.  

Hellenikon, abre das 18h às 24h e encerra às segundas. Recomenda-se reservar para o fim de semana (nº geral: 228316547).  Também tem um serviço de delivery mas ainda apenas para as zonas das Antas, Arca D’Água, Boavista, Carvalhido, Lapa e Marquês.



 

* Caneta nas paredes?

Gostava de limpar as suas paredes? Um filho pequenino lembrou-se de pintar as paredes e o chão de madeira com os seus lápis de cera ou qualquer outra arma pictórica? Que horror! E agora como as tiro, monstrinho?  É fácil. Não faça drama. Não seja tão repressivo. Compre a sua esponja apagadora (em qualquer hipermercado) que para isso existem. Tudo sai como por magia. Se existem produtos para tirar os grafittis nas ruas, como não vão existir produtos para apagar essas criativas pinturas dos nossos filhos. Claro, que se o filho repara que encontramos a solução, nos vai ter limpando cada dia enormes pinturas rupestres nas nossas lindas paredes. A esponja apagadora Scotch Brite custa aproximadamente 1.90 Euros. Há outras com marcas de supermercado e a 1.09 Euros + ou -. Também é muito boa para limpar móveis de cozinha e rodapés, e um conjunto de outras coisas. É só experimentar. (Obrigado, Paula Salvador, pela dica)


 

* Rádio ao gosto pela Internet

Simplesmente entre no site: www.pandora.com e siga as instruções. Pode ter uma rádio com a música da sua preferência. Escolha uma canção ou um intérprete e o programa procurará outras músicas parecidas à melodia  escolhida ou semelhante á voz do intérprete de nosso gosto. Pode depois ouvir canções que nunca antes tinha ouvido e com a referência exacta para a poder comprar através dos canais legais. Não perca tempo e experimente! (Obrigado, Max Pestana, pela dica).


 

* Site para os pequeninos

 

http://www.junior.te.pt/servlets/Home

 

Um bom site português para que as crianças do Jardim da Infância, 1º e 2º Ciclo possam se divertir a aprender.



* Curso: Direito laboral

Diferentes formas de contrato de trabalho

Destinatários: Directores de Recursos Humanos, Responsáveis do Departamento de Pessoal, Técnicos de Recursos Humanos, Responsáveis do Departamento Administrativo; Contabilistas, Responsáveis do processamento salarial;

Administradores, Gerentes, Sócio Gerentes. Todos os profissionais que pretendam actualizar os conhecimentos relativos aos diferentes tipos de contratos de trabalho.

Objectivos: Dotar os participantes de conhecimentos necessários jurídicos sobre as alterações relativas aos contratos de trabalho e a sua correcta gestão; Estudar e resolver, através de casos práticos, as implicações do Novo Código do Trabalho, com a ajuda do formador; Esclarecer dúvidas, reconhecer e aplicar os diferentes tipos de contratos consoante as necessidades da empresa.

Porto  23 e 24 de Fevereiro de 2006

Hotel Meridien Porto Av. da Boavista, 1466 PORTO  

Lisboa  23 e 24 de Março de 2006

Hotel Vila Rica Av. de 5 de Outubro, n. 295   LISBOA    

Inscrições e Informações:

Verlag Dashöfer - Edições Profissionais, Unip.,Lda A/C Susana Nemeth


Telefone: 213 101 913

 e-mail: s.nemeth@dashofer.pt



 

AGENDA

 Quinta | 23 Fevereiro 2006

Casa da Música - Porto 19h30, Sala 2

Estúdio de Ópera  - 5 Euros

Programa: A voz no 1º barroco

Uma celebração da arte dos grandes mestres italianos do 1º barroco, incluindo obras de Monteverdi, Caccini e Frescobaldi. Destaque para a presença da cravista holandesa Marieke Spaans.


 

FNAC  Santa Catarina
Sábado, 25 Fevereiro - 18h30

Apresentação do livro:

Talvez pensar... o Porto

de Diego Martínez Lora

 

 

 

 

 

 


Bal Moderne - Aula de Dança - Superdivertida
Culturgest – Lisboa
culturgest@cgd.pt  Tel: 21 790 51 55

25, 26 e 27 de Fevereiro
Das 16h00 às 20h00     Palco do Grande Auditório
Duração 4h00   5 Euros - Preço único

 

Bal Moderne A fórmula: Três danças de aproximadamente 3 minutos cada, especialmente concebidas por coreógrafos consagrados ou que agora se revelam, são ensinadas ao público num Baile. Cada dança aprende-se em 45 minutos, num ambiente descontraído, divertido, de festa. O contrário de uma aula de dança convencional e mais descontraído do que uma discoteca da moda. Nem a idade, nem a aptidão para dançar constituem um obstáculo ao prazer de participar no Baile – a mistura equilibrada das diferentes danças propostas durante a matiné leva a que toda a gente encontre a que mais tem a ver consigo. As danças são concebidas para não excluir ninguém, nem mesmo aqueles que venham sem par ou que achem que não têm jeito para dançar. Um DJ mantém as pessoas na pista de dança. Entre cada sessão de 45 minutos, há uma pausa de 15 minutos. Tempo para dançar livremente, ou para descansar, conversar ou ir ao bar tomar qualquer coisa. Depois de aprendidas as 3 coreografias, o baile prossegue. O DJ põe a música, as pessoas dançam livremente. De vez em quando volta-se às coreografias que foram aprendidas. Poucos projectos aliam de forma tão simpática a arte com A grande e as práticas artísticas amadoras. O Bal Moderne foi criado em 1993 por Michel Reillac, em Paris. Teve um êxito imediato. Em 1996 a companhia ROSAS, de Anne Teresa De Keersmaeker, em colaboração com o KunstenFESTIVALdesArts, convidou o Bal Moderne a ir pela primeira vez a Bruxelas e a partir daí tornou-se seu produtor. O Bal é um enorme sucesso por todo o lado onde se apresenta, e já foi a França, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Canadá, Suíça, Inglaterra, Portugal. O ano passado, aqui na Culturgest, a entrada era livre. As pessoas levantavam as senhas de acesso meia hora antes do início da sessão. O êxito foi tão grande que umas horas antes já se formava uma enorme fila na nossa bilheteira. Esgotavam-se rapidamente as senhas e muita gente ficava de fora, desconsolada. Por isso resolvemos que este ano há bilhetes, com o preço único de 5 Euros. A lotação de cada Baile é limitada a 150 pessoas. São as que cabem no palco do nosso Grande Auditório de forma a terem espaço para dançar. Apresse-se, por isso, a comprar o seu bilhete. Bal Moderne (Baile moderno), um evento festivo participado pelo público, produzido pela Companhia ROSAS.


 

Danças de Kandy – Sri Lanka
Peter Surasena Dance and Drum Ensemble

Dia 2 de Março 21h30 Culturgest - Lisboa, Grande Auditório

Duração 1h15 (com intervalo)  15 Euros - Até 30 anos: 5 Euros. Culturgest  Rua Arco do Cego 1000-300 Lisboa culturgest@cgd.pt  Tel: 21 790 51 55
Dia 5 Março 2006 Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, Grande Auditório, 17:00 - Rua Abade Pedro 3080-084 Figueira da Foz
cae@cm-figfoz.pt
    Tel: 233 407 200

Movimentos energéticos acompanhados por um elaborado sistema rítmico, marcado ao som de tambores e címbalos, a beleza das vestes e ornamentos dos bailarinos, transportam-nos para o fascinante universo das tradições ancestrais e religiosas cingalesas.


 

Kodo - Tambores do Japão
Dia 19 Março 2006
Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, Grande Auditório, 21h30 Abade Pedro 3080-084 Figueira da Foz cae@cm-figfoz.pt
    Tel: 233 407 200

Esta é, sem dúvida, uma oportunidade única de assistir a um dos mais enigmáticos espectáculos japoneses: o grupo Kodo, cuja actividade se centra na sua criatividade nos tambores tradicionais japoneses, designados por taiko.


 

(Flamenco)
Sábado | 25 Março 2006

Casa da Música - Porto,  22:00, Sala 1-   Av.da Boavista, 604-610     4149-071 Porto Tel:.220 120 220 www.casadamusica.com

Paco Peña 20 Euros

 



Gelásio Rocha,  Sete Sóis, sete luas (memórias)

 

 

Antigo Presidente do Tribunal da Relação do Porto, acaba de publicar pela Editorial 100:  Sete sóis, sete luas (Memórias), livro que reúne vivências, lembranças e personagens que fizeram parte da sua vida como homem e como juiz. O livro está cheio de breves, curiosos e ilustradores episódios que aconteceram nas diversas comarcas (Montalegre, Coimbra, Figueira de Castelo Rodrigo, Aveiro,  etc) em que se teve que deslocar como magistrado. O livro pode ser comprado nas livrarias Lello, Leitura, Lu e Estudo no Porto. Mas também pode ser pedido directamente: editorial100@netcabo.pt  ou Tel. 936628540. – Preço 15.75 Euros

 

«O dever de não desistir»

 

Como dissemos o «dever de não desistir» impõe-nos o alinhamento de breves apontamentos sobre nós próprios e do nosso caminho na vida, com lembranças deixadas, mais marcantes e definidoras.

Na «procura do tempo perdido» debruçar-nos-emos, antes de mais, sobre as terras onde nascemos, vivemos e trabalhamos.

Não iremos fazer qualquer enunciado psicológico das «gentes» mas, uma meditação muito simples sobre as vantagens do «carpe diem».

No fundo, sobre a «alegria de viver», em cada dia, os acontecimentos, sem a tentação de repetir o passado, de o deixar interferir de modo negativo e, também, «sem sofrer, por conta de um futuro que desconhecemos».

Depois, em segundo apontamento, diremos das Comarcas e demais Tribunais onde peregrinamos.

Fá-lo-emos, também, com a alegria possível, o que não quer dizer que exista – ou tenha existido – «uma obrigação» de um contentamento diário.

Vamos escrever, sentindo que o prazer de o fazer não é exclusivo dos escritores.

«Escrever» não é apenas um prazer, mas uma espécie de impulso irreprimível.

Qualquer coisa de muito íntimo que não é traduzível por palavras ditas, mas, sim, pelas escritas.

Sintamos, com Eugênio de Andrade que poucas coisas há absolutamente necessárias para além da terra e da água, da luz e do vento.

Fique a palavra, para sentirmos, na primavera que fomos, aquilo que somos.

 

p. 20 em Sete sóis, sete luas (Memórias)



Compacto e Tacto - Página principal